Vislumbres do caminho

Às vezes tudo se alinha e temos vislumbres do caminho que nos aguarda. Não o caminho que decidimos seguir, mas o que será melhor para nossas vidas e nos conecta ao nosso propósito. Sabe quando vem uma vontade sem explicação de fazer algo específico? Ou quando você dá um basta em situações que há muito tempo te faziam mal?

É exatamente quando você transpõe a distância entre os ciclos que sua vida começa a mudar. Mas não se assuste, toda mudança primeiro gera o caos, limpeza, arrumação, organização, e uma casa de cabeça para baixo, antes de trazer a novidade. Mas isso não torna o destino menos incrível. Pelo contrário, quando você chega ao seu destino e se arruma lá, sente um alívio por estar tudo onde devia estar, em uma nova realidade.

Mas aqui não estamos falando sobre mudança de casa. Estamos falando de quando pequenas atitudes suas mudam, pequenos sentimentos brotam, e a vida responde a eles em uma velocidade assustadora. Tira o seu chão, rompe os padrões e te coloca exatamente onde você precisa estar antes que você se dê conta. Porque, uma coisa que não vemos muitos falando por aí, é que, quando a sincronicidade te pega pelo braço, ela te traz muito mais do que ‘coisas legais’ acontecendo. É uma intimidade com o Universo que exige cautela.

Vislumbres do Caminho
Crédito: Imagem de wirestock no Freepik

Não há mais espaço

Não há mais espaço para falar por falar, sentir por sentir. Preste atenção ao que sente, ao que deseja e a como usa sua energia ao longo dos seus dias, no trato com as pessoas. A partir do momento que você encosta em uma pontinha de sua alma, de sua identidade energética, não tem como voltar atrás. O conhecimento não dá a volta e espera que você tenha maturidade. Você precisa, antes de buscar o conhecimento, compreender e de fato assumir a responsabilidade pelo que está buscando.

Sabe, somos capazes de tudo, temos força, poder, luz e muitos outros componentes que nos tornam únicos e incríveis. Só que precisamos contornar as crenças limitantes que a vida na Terra implanta em nós, e deixar de lado os sentimentos desconstrutivos. Para, então, reconhecer que aquele que eu vejo como o outro, é um sistema integrado ao meu, um reflexo de quem sou em outro tempo e espaço. E que o que eu fizer ou não a outros impacta diretamente em mim e na minha vida.

Olhe para si, quando vislumbrar o caminho pelo qual segue, e aonde a vida te leva, e pense o que pode fazer melhor por si hoje. Mas pense em si no todo, em alguém que não é só.

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